Finalmente… a Nova Carta Educativa!
AUTARCAS LIBERAIS
Maria Malhão, Deputada na Assembleia Municipal de Lisboa
LUMIAR: Escala, diversidade e responsabilidade
AUTARCAS LIBERAIS
Carlos Marques Figueira, Vogal da Junta de Freguesia do Lumiar
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Não te esqueças dos seguintes eventos!
Clube dos Oradores
Dia 21 de fevereiro o Clube dos Oradores da Academia Liberal de Lisboa organiza um dia de treino de oratória — uma oportunidade prática para treinar discurso, argumentação e análise crítica.
DEBATE: É PRECISO DEFENDER A TUA LIBERDADE NA EUROPA?
Organização: Renew Europe | Parlamento Europeu
Inscrições
Sessão Inaugural do Gabinete de Estudos 2025-27
Jovens Liberais
O voluntariado em campanha
Catarina Macedo Matos, membro do NT de Lisboa
Embora quase 90%
dos jovens portugueses admitam já ter votado pelo menos uma vez, apenas 22.7%
participaram ativamente em campanhas eleitorais. Os
dados provêm de um inquérito do Centro de Estudos de Desenvolvimento Humano da
Universidade Católica Portuguesa, realizado em 2023, e demonstram uma
assincronia entre o exercício do direito de voto e o envolvimento político ativo
e voluntário da juventude.
Músicas de Liberdade
Nesta edição temos uma seleção igualmente caótica e melódica, numa mistura de géneros que traz a doce voz de Joan Baez e os estridentes Rage Against the Machine no mesmo mix. Melhor ouvido no Spotify com a nova funcionalidade de Mix, que permite que as Músicas de Liberdade se tornem verdadeiras misturas curadas para o ouvinte liberal!
Memórias Liberais
Eleições autárquicas de 1976
Pedro Bugarín
Quando no final de 1910 se dá a queda da Monarquia Liberal, Portugal torna-se, a par da III República Francesa, uma das duas únicas repúblicas modernas da Europa (a Confederação Suíça tinha origem medieval).
Na República Portuguesa começou por vigorar o princípio de que «o país é para todos, mas o Estado é para os republicanos», assim afirmava José Relvas nas suas Memórias Políticas. Mais do que o carácter eletivo dos cargos de direção política do Estado, o que definiu a ideia de República, depois de 1910, foi a reserva desses cargos e dos empregos públicos para os republicanos, - e estes foram, quase sempre, entre 1910 e 1926, os de um partido, o Partido Republicano Português (PRP).
Não houve eleições legislativas gerais sob a República até junho de 1915. Também não houve eleições locais antes de dezembro de 1913. A razão ficou clara num inquérito de 1912: 60% dos 155 presidentes de comissões administrativas desaconselharam eleições por sentirem o eleitorado «adverso». As instituições ficaram assim interditas a quem não pertencia ao PRP.
O “MEGAFONE LIBERAL” NAS TUAS MÃOS TAMBÉM!
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Ficha técnica
Direção de Mariana Folque e edição de César Caldeira, com o apoio indispensável de todos os liberais de Lisboa.
Publicado a: 20 de fevereiro de 2026
